Será possível
descrever a amizade? Será possível descrever este sentimento que, tal como o
amor em geral, nos deixa simultaneamente com um sorriso no rosto e uma cicatriz
no coração?
Neste meu percurso de vida de 15 anos, 5 meses e 4 dias, já conheci tanta gente, o que até parece excessivo, visto que ainda tenho a vida pela frente, e já pensei ser amiga de tantas pessoas, mas a verdade é que também já me desiludi muito. Muitas vezes depositamos muito de nós numa relação ou numa pessoa e acabamos de coração partido quando percebemos que tudo não passava de uma ilusão. Se aconteceu comigo? Talvez. A verdade é que sinto que nestes últimos 10 anos tenho vindo a construir tanto amizades para a vida, as quais valorizo muito, como outras que sei que acabarão por se desvanecer, por diferentes razões.
Devo confessar que tenho imenso medo que algumas pessoas se afastem e acabo por me perguntar como seria a vida sem os meus companheiros, aquelas pessoas extraordinárias que me acompanham e apoiam desde que eu me lembro, e que, apesar das suas imperfeições, são os amigos mais perfeitos que eu alguma vez seria capaz de desejar. Não obstante as nossas diferenças, que acabam por gerar discussões, sabemos que encontramos um porto de abrigo perto uns dos outros, como se fôssemos uma família. Mas no final de contas, é isso que somos, uma família. Uma família de primos que não partilham o mesmo sangue, nem os mesmos ideais, nem os mesmos gostos, mas que partilham o mais importante: uma grande amizade.
A razão que me levou a escrever este texto foi tê-lo prometido a uma das minhas melhores amigas, como forma de agradecimento, mas a verdade é que o dedico a todos os meus camaradas. Obrigada, em primeiro lugar, pela ajuda no teste oral de história. Obrigada pela paciência que sempre tiveram, ou não, para me ouvir falar do Glee. Obrigada por me ouvirem a cantar sempre e a toda a hora. Obrigada por aturarem os meus caprichos, apesar de saber que não o fazem frequentemente. Obrigada por aquele macaco de peluche que me ofereceram depois de eu ser operada. Obrigada por não gozarem comigo vinte e quatro horas por dia. Obrigada por nem sempre verem filmes de terror ao pé de mim. Obrigada por me apoiarem e acompanharem nas humilhações públicas.
Será possível descrever a amizade? Penso que já o fiz.
Neste meu percurso de vida de 15 anos, 5 meses e 4 dias, já conheci tanta gente, o que até parece excessivo, visto que ainda tenho a vida pela frente, e já pensei ser amiga de tantas pessoas, mas a verdade é que também já me desiludi muito. Muitas vezes depositamos muito de nós numa relação ou numa pessoa e acabamos de coração partido quando percebemos que tudo não passava de uma ilusão. Se aconteceu comigo? Talvez. A verdade é que sinto que nestes últimos 10 anos tenho vindo a construir tanto amizades para a vida, as quais valorizo muito, como outras que sei que acabarão por se desvanecer, por diferentes razões.
Devo confessar que tenho imenso medo que algumas pessoas se afastem e acabo por me perguntar como seria a vida sem os meus companheiros, aquelas pessoas extraordinárias que me acompanham e apoiam desde que eu me lembro, e que, apesar das suas imperfeições, são os amigos mais perfeitos que eu alguma vez seria capaz de desejar. Não obstante as nossas diferenças, que acabam por gerar discussões, sabemos que encontramos um porto de abrigo perto uns dos outros, como se fôssemos uma família. Mas no final de contas, é isso que somos, uma família. Uma família de primos que não partilham o mesmo sangue, nem os mesmos ideais, nem os mesmos gostos, mas que partilham o mais importante: uma grande amizade.
A razão que me levou a escrever este texto foi tê-lo prometido a uma das minhas melhores amigas, como forma de agradecimento, mas a verdade é que o dedico a todos os meus camaradas. Obrigada, em primeiro lugar, pela ajuda no teste oral de história. Obrigada pela paciência que sempre tiveram, ou não, para me ouvir falar do Glee. Obrigada por me ouvirem a cantar sempre e a toda a hora. Obrigada por aturarem os meus caprichos, apesar de saber que não o fazem frequentemente. Obrigada por aquele macaco de peluche que me ofereceram depois de eu ser operada. Obrigada por não gozarem comigo vinte e quatro horas por dia. Obrigada por nem sempre verem filmes de terror ao pé de mim. Obrigada por me apoiarem e acompanharem nas humilhações públicas.
Será possível descrever a amizade? Penso que já o fiz.